

O tal espaço comercial, com um passeio central, tendo dos lados várias lojas: Zara, Mango, Quebramar, etc., mas o passeio central tem vários quiosques, como o que segue e está muito bem decorado, com banquinhos e enormes vasos de flores (desculpem mas não posso pôr aqui tudo...)
Também andámos pela parte mais antiga, como se vê pelo tipo de edifício e pela calçada portuguesa, verdadeiro trabalho artesanal....
Foi chegando a hora de almoçar, mas como não podia deixar de ser fui tirando fotos... a um edifício, cujos habitantes, fazem das suas varandas verdadeiros jardins:
A esta, pelo seu colorido...
A continuação da Ria, com uma ponte, penso que recente, a julgar pelo design moderno e os tipos de barcos... aqui bem diferentes:

Depois, a fominha foi chegando e comemos um prato típico de Aveiro: caldeirada de enguias


Até por dentro são pintados:

Estas fotos são do mesmo barco: a proa e a ré com as pinturas alusivas ao mesmo tema:
Moliço é o nome dado às plantas aquáticas que são colhidas para serem usadas na agricultura.

A tarde passou rápido, mas não podíamos ir embora sem comprar uma barriquinha de ovos moles:

Um pormenor do interior:

Ovos Moles é um doce típico da cidade de Aveiro. Doce Regional, tradicional da pastelaria aveirense, cuja fórmula e método de produção original se deve às freiras dos vários conventos aqui existentes até ao século XIX - dominicanas, franciscanas a carmelitas. Extintos os conventos, o fabrico dos ovos moles manteve-se, graças a senhoras educadas pelas referidas freiras. Desde o início da linha de caminho de ferro Porto-Lisboa que é tradicional a sua venda na paragem dos comboios da estação de Aveiro, feita por mulheres usando trajes regionais. A massa do doce de ovos usada, embora consistente, é muito cremosa e obtida exclusivamente através de açúcar em ponto e gemas de ovos muito frescos, na sua confecção, não deve ser mexida em círculo (para não ficar estriada), mas aproximando e afastando a colher do operador. Às gemas de ovos, depois de cuidadosamente separadas das claras e misturadas, junta-se cerca de metade do peso de açúcar em ponto, de «estrada» a «bola rija», já frio. Mexendo sempre para o mesmo lado com a colher de pau, evitando os círculos, leva-se ao lume até se ver o fundo da caçarola de cobre.
Esta nformação sobre os ovos moles foi retirada da net.
Continuando as facetas da Aboborinha, aqui está a Aboborinha... e a rebarbadora.















Da esquerda para a direita:
