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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Como foi o vosso Carnaval? O meu foi tão geladinho...

Olá Meninas(os)

Brincaram muito?

Não me lembro dumas mini-férias, em Fevereiro, tão geladas.
A partir de Domingo o vento veio para ficar e, juntamente com o frio, fizeram uma combinação tão gelada, que até me arrepiava ao bater as pestanas.

Só no Domingo à tarde fomos dar uma voltinha a Tomar, levei pão para darmos aos patos, mas ficámos tão gelados que entrámos numa loja, para fugirmos do frio, até me doíam os olhinhos...

Aí, conseguimos brincar e tirar umas fotos, não é?
A minha mãe estava difícil de convencer a pôr o chapeuzinho, mas depois até gostou.

A minha filha resolveu meter-se comigo e enfiou uma abóbora na cabeça..., mas ainda lhe falta muito para estar madura, felizmente.

Também não foi fácil enfiar a peruca ao meu marido, mas depois alinhou e ainda colocou um narizinho.


Vocês devem estar a pensar: e a Helena, nada, nadinha?

Então sabem lá a realidade a que cheguei?

Não tenho cabeça para usar chapéus!

Pois... enfiei o da abóbora e caiu-me até ao pescoço, enfiei o da bruxinha, o da minha mãe, esse nem se viam os olhos, coloquei uma peruca, que ficou abaixo do nariz, como aquilo é só fibra, deu-me um ataque de espirros que as pessoas que estavam na lojá, só se riam... por fim descobri este "peniquinho" com fitinhas brilhantes e é a figurinha que se vê:


Se resolvesse sair à rua bem podia correr atrás dele, porque mesmo assim, ficáva-me grande. Foi só para o meu marido me tirar uma foto... eles já estavam a ficar incomodados com o alvoroço que provocámos na loja.

Pelo menos aquecemos um pouco com as boas gargalhadas que demos.

A aboborinha madura.... e o miminho

Nem dei pelo meu marido a tirar-me a foto de tão concentrada que estava:

A Pipoca http://pipocaseazeitonas é minha seguidora praticamente desde o início.
Em determinada postagem, trocámos uns comentários engraçados e daí a trocarmos mails e a pedir-lhe ajuda em certos trabalhos foi um passo.
Pelo Natal, contei-lhe duma prenda que pensava fazer e não conseguia arranjar o tom certo, já tinha comprado 5 latas diferentes e não acertava... Ela, prestável como sempre ofereceu-se para me enviar uma embalagem. Ela sabia ao tom que me referia, pois já tinha feito trabalhos com ele.
Eu ainda lhe disse que ia procurar melhor, mas não houve nada que a demovesse.
Assim, na semana passada fui levantar a encomenda aos Correios... achei o envelope um pouco grande e fofinho, mas como normalmente têm as bolhinhas de ar...
Não o abri logo quando cheguei, estava curiosa, mas também quis prolongar o momento.
E, há uns rituais diários que tenho de fazer assim que chego: o meu marido passeia as cadelas, eu trato dos gatos, preparo o jantar, etc, etc.
Só ao serão abri o envelope e muito bem embrulhado, lá estava o frasco da tinta. Cá em Lisboa, nunca vi aqueles frascos e vinha acompanhado de uns quantos guardanapos e lenços. ..
Disse em voz alta: eu bem achei o envelope grande e que giro, tenho tantos guardanapos e não tenho nenhum igual...
O meu marido veio espreitar, e apontou para uma folha A4 dobrada ao meio...e perguntou: o que é isso?
- Mas que curioso... Deve ser a Pipoca a mandar-me beijinhos e a desejar-me um bom trabalho...
Quando abri a folha, exclamei: uma carta p'ra mim... que querida... e comecei a ler baixinho.
Não era somente uma carta de boa educação, a desejar-me um bom trabalho... era mesmo para mim, a pensar em mim, até me explicava o porquê dos guardanapos enviados.
A carta "mexeu" muito comigo, já lho disse por telefone.
Há muito que não lia uma carta... com estas modernices dos telemóveis e dos mails... e soube-me tão bem, tão bem...
Mais uma vez obrigada, Pipoca querida.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

No que eu me meti... Uff!!!



Olá amiguinhas (os)



Já viram no que me meti?


Para começar, meu Deus... esta etapa deu-me que fazer: para além das flores exteriores, tantas marcações:
Sabem o que me faz lembrar este trabalho nesta altura do "campeonato"? Aquelas teias de aranha que eu postei aqui...


Agora lembrei-me da minha mãe que tinha pavor de cortar os tecidos para me fazer a roupa. Ela era uma expert na costura, mas tinha pavor de cortar e então incentivei-a a ir tirar um Curso de Corte e ela foi.


Depois, quando cortava, eu perguntava-lhe:

- Então mãe, agora já não há medos, já está segura...
- Ai filha... segura? Ainda ando a "aranhar", respondia ela com ar infeliz.


Agora percebo... também ando a aranhar neste 1º bordado Hardanger.




E na sequência da postagem anterior, a aboborinha... fotógrafa inconsciente:





Descalcei-me por causa dos saltos...mas se alguém me desse um encontrãozinho, lá ia a aboborinha ao banho.

Beijinhos da "aranhinha madura"

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Hoje vou até Aveiro... quem quer ir comigo?



Olá amigas


Começo esta postagem com uma foto de um moliceiro, na Ria de Aveiro:



E o que é um moliceiro?


Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, originalmente para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos. É um dos "ex-libris" de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho, construído em madeira de pinheiro.


Já vos mostro mais fotos dos moliceiros, mas vou dar-vos a sequência do passeio que fiz por Aveiro, em Maio do ano passado.


Coloco esta foto, tirada ao pé duma estátua em homenagem ao moliceiro, mas se olharem para o fundo, (atás do candeeiro) está um complexo comercial e a nossa visita começou por aí.


O tal espaço comercial, com um passeio central, tendo dos lados várias lojas: Zara, Mango, Quebramar, etc., mas o passeio central tem vários quiosques, como o que segue e está muito bem decorado, com banquinhos e enormes vasos de flores (desculpem mas não posso pôr aqui tudo...)


Apeteceu-me comprar um vasinho de cada:


Também andámos pela parte mais antiga, como se vê pelo tipo de edifício e pela calçada portuguesa, verdadeiro trabalho artesanal....



Foi chegando a hora de almoçar, mas como não podia deixar de ser fui tirando fotos... a um edifício, cujos habitantes, fazem das suas varandas verdadeiros jardins:

A esta, pelo seu colorido...
A continuação da Ria, com uma ponte, penso que recente, a julgar pelo design moderno e os tipos de barcos... aqui bem diferentes:




Depois, a fominha foi chegando e comemos um prato típico de Aveiro: caldeirada de enguias



Estava tão boa...

A rapariguinha que nos estava a servir, perguntava frequentemente, se estávamos a gostar e eu disse-lhe para dar os parabéns à conzinheira, pois estava divinal... e não é que segundos depois a cozinheira veio à nossa mesa agradecer-nos?
Foi tão simpática, ainda me disse que erva aromática tinha usado na caldeirada.

O almoço foi super agradável: o meu marido estava todo contente com a surpresa que lhe tinha feito... e passo a contar:

A ideia do passeio a Aveiro foi minha. O meu marido tinha feito lá tropa e há imensos anos que não ia a Aveiro... eu também não ia lá desde os 14 anos.


Assim, na véspera do aniversário dele, disse-lhe:

- Amanhã levantamo-nos cedo, OK? (estávamos na casota de Tomar)

- Que horror, nem no meu dia de anos posso dormir até tarde?

- Amanhã é o teu dia e, se te levantares cedo, rende mais... vê o lado positivo.

- Pois, pois, isso traz "água no bico".


No dia seguinte quando já estávamos preparados para sair disse-lhe:

- A surpresa, é eu fazer de co-piloto e vais para onde te mandar.

- Ai, ai, ai... não sei se estou preparado...


Claro que a meio do auto-estrada apercebeu-se e perguntou: é a Aveiro que queres ir?

- Oh, bolas... sou mesmo transparente e lá seguimos ambos contentes.



É bom recordar estas pequenas histórias da nossa vida...


Depois do almoço, fomos andar pela Ria...


Desta ponte sobre a ria temos uma vista muito agradável...






Fomos observando os moliceiros em pormenor, com as suas pinturas coloridas:



Até por dentro são pintados:





Estas fotos são do mesmo barco: a proa e a ré com as pinturas alusivas ao mesmo tema:



Um moliceiro, loiraço, trabalhando...
Será que ia ao moliço?

Moliço é o nome dado às plantas aquáticas que são colhidas para serem usadas na agricultura.
A designação de moliço é geralmente usada para as plantas vasculares que crescem submersas em água salgada.


A tarde passou rápido, mas não podíamos ir embora sem comprar uma barriquinha de ovos moles:



Um pormenor do interior:



Ovos Moles é um doce típico da cidade de Aveiro. Doce Regional, tradicional da pastelaria aveirense, cuja fórmula e método de produção original se deve às freiras dos vários conventos aqui existentes até ao século XIX - dominicanas, franciscanas a carmelitas. Extintos os conventos, o fabrico dos ovos moles manteve-se, graças a senhoras educadas pelas referidas freiras. Desde o início da linha de caminho de ferro Porto-Lisboa que é tradicional a sua venda na paragem dos comboios da estação de Aveiro, feita por mulheres usando trajes regionais.
A massa do doce de ovos usada, embora consistente, é muito cremosa e obtida exclusivamente através de açúcar em ponto e gemas de ovos muito frescos, na sua confecção, não deve ser mexida em círculo (para não ficar estriada), mas aproximando e afastando a colher do operador. Às gemas de ovos, depois de cuidadosamente separadas das claras e misturadas, junta-se cerca de metade do peso de açúcar em ponto, de «estrada» a «bola rija», já frio. Mexendo sempre para o mesmo lado com a colher de pau, evitando os círculos, leva-se ao lume até se ver o fundo da caçarola de cobre.

Esta nformação sobre os ovos moles foi retirada da net.




Continuando as facetas da Aboborinha, aqui está a Aboborinha... e a rebarbadora.
Beijinhos, em especial para Aveiro.





segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O meu 1º trabalho em Hardanger e...

Bom dia amigas

Além do monte de cruzinhas em que estou metida, e depois de ver nas minhas andanças pela net trabalhos em Hardanger, fiquei apaixonada por esta técnica e inscrevi-me neste SAL de Les Partages de Ticoeur .

Quando comecei, ao contrário dos outros SAL's em que participo, desconhecia o resultado final deste trabalho.

Agora, vendo já trabalhos acabados, tenho medo de não conseguir cumprir o objectivo total.

Esta foto mostra a 4ª Etapa do trabalho e tendo em conta que começou na etapa "0", já cá estão 5.

Estou a adorar, mas, pelo menos para mim, esta técnica é bem difícil e exige muita concentração, o que para mim é bem difícil, especialmente aos serões.

Trata-se dum bordado, mas se fosse a construção de uma casa, diria que a tinha começado pelo telhado...

Acho que me meti num grande "alhada". Vamos ver até onde aguento...

Cumprindo o Desafio a que me propus aqui está...


A aboborinha teimosa:
Pois, bem queria levar o cão a dar uma volta, mas ele conseguiu ser mais teimoso que eu e não saiu do sítio...

Pois... tenho de admitir... a este não consegui dar a volta.

Beijinhos e não estejam tristes por ainda ser 2ª feira.





domingo, 7 de fevereiro de 2010

O meu fim de semana. Uma adenda à postagem anterior e uma ideia que me surgiu... arrojada, muito arrojada, até!



Este fim de semana foi de trabalho e não só...

Como vos disse na postagem anterior, fui para a minha casota na terra e não pudemos fazer o nosso passei matinal por Tomar, porque tive lá um senhor a podar as videiras e as árvores.

Estão a pensar que era o senhor a trabalhar e nós a descansar? Nada disso, fizemos ambos dezenas de abdominais a apanhar os galhos e ramos que iam caindo para o chão...

Depois do almoço o meu marido sugeriu: que tal irmos dar a nossa volta, para espairecer?

- OK, vamos embora, preciso de tirar uma foto ao vaso do restaurante...

Aproveitei para tirar uma foto da casa no total, que é bem bonita e asssim, se forem a Tomar já dão com a dita árvore "encaracolada". As cortinas das janelas também são giras, não são?

Por dentro também é giro, com o tecto em madeira respeitanto toda a "traça" original.

Mas onde é que pára o vaso? E, afinal, ela não nasceu fraquinha...

Afinal, esclareceram-me que o vaso ocultava o início da árvore propositadamente, mas tinha-se partido e preferiram deixar assim, porque mostra que ao fazerem a esplanada, não sacrificaram a árvore...

Aqui está a vista do restaurante:


A mesma vista ao entardecer: só luminosidade, o Sol já estava a recolher aos seus aposentos.


Andámos cerca de 2 horas a passear, não vos vou maçar, por hoje com mais fotos de Tomar. Há imensos cantinhos lindos no nosso País...

Portanto, já vos falei do meu Sábado, já fiz a adenda à postagem anterior, portanto falta a ideia que me surgiu...

É assim, quando criei o blog, coloquei uma foto minha no meu perfil, houve quem considerasse que estava "a dar a cara" demais...

Depois, passei a ter a preocupação, de tirar fotos para o blog, não mostrando a minha cara (quando foi dos gatinhos, por ex.:).

Mas agora, com as fotos do WS, toda a gente ficou a conhecer-me, não é? Pelo menos o exterior. E por dentro?

Quem esteve lá comigo, até me deve ter achado muito caladinha, muito sossegadinha...

Então... a ideia é: em todas as postagens que fizer, ponho uma foto minha, em que vos vou mostrando outras facetas de Aboborinha, algumas, que muito pouca gente conhece.

O que acham desta ideia? É que o meu marido gosta de fotografar-me, principalmente quando me apanha desprevenida...

Antes que perca a coragem e apague isto tudo, aqui vai:

A Aboborinha e a Roçadora:


Ainda dei por ele, porque nem sempre é suficientemente rápido...



O que acham? Querem tirar o modelo do meu "fato da guerra"? Aqui não se vê, mas quando acabo este trabalho, parece que me deitaram um alguidar de caldo verde por cima. É bocadinhos verdes por tudo o que é sítio, daí o casaco apertado até cima...
Adoro máquinas, e adoro esta roçadora: obriga-me a estar concentrada, para não cortar o pé duma videira ou duma flor, juntamente com a erva... sim é preciso prática e destreza para manobrar este "pincel motorizado", mas é tão relaxante...
Fico a aguardar os vossos comentários: ÀS FOTOS DE TOMAR, ok?
Aguardo a vossa opinião sobre a ideia que tive: para vocês, será um complemento de minha postagem e ficam a conhecer-me melhor. Para mim é um Desafio: se eu admiro a sinceridade e a frontalidade, porque não dar o exemplo e começar por mim?
Também há um lado divertido: imaginar a cara de quem me vê diariamente a trabalhar com um computador e agora não é com uma caneta na mão, mas sim com uma roçadora que mete medo a muitos homens, hi, hi, hi...