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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Uma vida sem sal... hum... seria tão insonsa...

Olá meninas


Já todas sabem que eu adoro passear, conhecer sítios diferentes... enfim... alargar horizontes.

Venham comigo até Marinhas de Sal, onde no meio de paisagem muito verde, encontramos as salinas naturais de Rio Maior.

Só é possível verem esta paisagem entre os meses de Julho e Setembro (mais abaixo está a explicação detalhada deste facto).


Cá está o verde ao fundo em conjugação com o branco dos montes de sal.

As traseiras das casinhas, que algumas delas continuam a ser armazéns de sal, de venda ao público e outras, de venda de artesanato.


No letreiro podem ver a orientação da Churrasqueira Solar do Sal...

... onde nós almoçámos esta magnífica gralhada mista... mham, mham... agora ia a calhar...

Não se atrasem, porque se forem em Outubro já não conseguem ver o sal:




Informação de interesse retirada do site: Guia da Cidade de Santarém:
Marinhas de Sal de Rio Maior

Consideradas únicas no género a nível Nacional e ainda em exploração, as Salinas Naturais de Rio Maior são um dos principais tesouros patrimoniais da região.Inseridas no Parque Natural da Serra de Aires e Candeeiros, classificadas como Imóvel de Interesse Público, deste antigo Poço das Marinhas do Sal, brota água salgada que abastece os 400 talhos, ou compartimentos, e os 70 esgoteiros (onde se coloca a água salgada para mais tarde ser distribuída pelos talhos), que ocupam 21 865m2. A água desta nascente é sete vezes mais salgada que a água do mar, existindo mesmo a teoria que estas salinas tenham sido exploradas por Romanos e Árabes, aquando a sua ocupação na Península. De facto, existem referências a estas salinas desde 1177, nos mais antigos documentos existentes de Rio Maior. A importância do Sal em Rio Maior está até retratada no Brasão da cidade, com duas pirâmides que o simbolizam.
A água salgada provém de uma extensa e profunda mina de sal-gema, que é atravessada por uma corrente subterrânea de água doce, que se torna depois salgada. O trabalho nas salinas ocorre somente durante a época estival, quando os habitantes das redondezas descem a encosta da Serra dos Candeeiros, para a milenar labuta do «sal sem mar». As Marinhas de Sal de Rio Maior, situam-se em pleno sopé da Serra dos Candeeiros, a trinta quilómetros do mar. Rodeadas de árvores e terras de cultivo, são como que uma minúscula aldeia de ruas de pedra e casas de madeira, com lojas de artesanato e produtos locais, um posto de informação e divulgação e instalações sanitárias. Contactando a Cooperativa dos Produtores de Sal de Rio Maior, é possível efectuar visita guiada.
Espero que tenham gostado de passear comigo...
Beijinhos... salgados

terça-feira, 27 de abril de 2010

Para quem gosta de sopa... um dia inesquecível

Olá a todas

Vai realizar-se no próximo dia 8 de Maio o XVII Congresso da Sopa em Tomar. Espero lá estar.

Estas fotos que vos mostro são do ano passado, a 1ª vez que estive neste Congresso e foi uma experiência muito gira, para além de ser um dia inesquecível para mim, mas isso é outra história que mais abaixo conto.

Compramos um bilhete de ingresso que dá direito a um kit, composto por tigela, colher e copo, para podermos experimentar todas as sopas que quisermos.
Aqui estou eu: O vinho é à escolha:
Uma das barraquinhas de sopa onde os sorrisos estão sempre presentes e este cavalheiro tinha um bigode digno duma foto:

As sopas são tão variadas, desde canja, sopas de peixe, sopas de legumes, sopa da pedra e até sopa do corno... que de vez em quando as tigelas devem ser lavadas e também há lugares próprios para o efeito e não se assustem com a quantidade de pessoas... é tudo muito rápido.
Já repararam que aqui são os homens que lavam a loiça?



Aqui está uma família (3 gerações) a fazer um piquenique de sopa e o ar satisfeito da bébé?


Nem o segurança nega uma sopinha:


Depois desta experiência que adorei, gostei da novidade, da empatia que se cria com algumas pessoas, no convívio, regressámos a casa e vi dois GNR a cavalo... eu, que nessa altura ainda só tinha um vício: a fotografia disse:
- Pára, pára, vou pedir para tirar uma foto
- És maluca... mas encostou.
Saí do carro, de máquina na mão e pedi:
- Posso tirar uma foto a fazer uma festinha ao cavalo? É que nunca toquei num...
- Pode, ele é muito mansinho...
- Tem um pescoço tão rijo... sinto-lhe os músculos... tem um olhar tão doce... e é tão alto... desculpem, tenho muitos animais, mas nunca tinha estado tão perto dum cavalo...

Agora, a recordar-me, penso que devo ter parecido tão choninhas, mas eu digo o que me vai na alma...
O GNR do outro lado da estrada disse:
- Vê lá se a senhora quer subir...
- Oh! Posso? Não sei como subir mas queria...
E sem saber bem como vi-me montada a cavalo. Como sou baixota... já repararam nos meus pés?

Eu depois perguntei ao meu marido: viste como eu subi? Ele empurrou-me o rabo?
- És palerma? Deu-te um impulso no calcanhar.
Olhem, não sei como foi, mas o que é certo é que voei lá para cima.



- Estou tão alta... que giro... que bom... que sensação...
Nisto, o GNR pegou nas rédeas(?) do cavalo e atravessou a estrada comigo montada.
- Estou a andar a cavalo... ai meu Deus, estou tão feliz!

Do outro lado da estrada o outro GNR aguardava por nós e antes de desmontar ainda fiz uns miminhos ao cavalo.
Pelas fotos acho que os GNR também estavam contentes com a minha felicidade.
Já dentro do carro, desatei a ver as fotos, o meu coração pulava de contentamento, tinha lágrimas nos olhos e lembro-me de ter dito:
- Se houvesse um problema e eu morresse hoje, morreria tão, tão feliz!!!
Resolvi partilhar mais esta história da minha vida, uma vida que tem sido muito atribulada, com capítulos muito maus, mas com momentos de extrema felicidade... felicidade que na maioria das vezes está nas coisas simples da vida, basta sabermos apreciá-las.
Um grande, grande beijinho para todas


sábado, 27 de março de 2010

Calorzinho vem depressa... tenho uma t'shirt nova pr'a usar

Olá lindas(os)

Pois é, tomei-lhe o gosto e hoje tive mais um WS na Maria (
http://fiosdealfazema.blogspot.com/), foi também de pintura country, mas desta vez, em tecido.
Foi a primeira vez que pintei tecido, nem pincéis apropriados tinha, e gostei muito, quer dizer, gostei imenso.

A Fátima Prates foi a teacher, mais conhecida por Mary (
http://coresemagias.blogspot.com/), que nos explicou com muita calma tudo, desde o princípio, porque até fomos nós que passámos o desenho para o papel vegetal e daí para os tecidos.

Nunca me tinha passado pela cabeça que pintura country em madeira e em tecido fossem técnicas tão diferentes.

A Fátima foi-nos explicando passo a passo o que devíamos fazer e o que aconteceria se fizéssemos o contrário.
Quando alguma de nós fazia um "disparate" ouvia-se: ai, meu Deus, já estraguei tudo! A Fátima, prontamente, sossegava-nos e dizia: não faz mal, ainda bem que aconteceu aqui, assim já ficam a saber como remediar e ficar óptimo. Quando acontecer em casa já não ficam aflitas...

É uma querida, salvou-me de várias aflições, sempre atenta e disponível.

Foi assim que se passou mais um Sábado num instante, conheci mais meninas, aprendi mais uma técnica e parece que meti a cabeça na máquina de lavar... neste momento tenho as ideias um pouco baralhadas, com tanta informação para digerir e praticar.

Ah, e a "cereja no topo do bolo": ganhei uma t'shirt, bem ao meu género, para fazer um vistaço...

Estou super cansada, foi muita concentração para um dia, nem consegui portar-me mal... apesar da Maria me andar a "tentar distrair-me", aquela marota, mas mesmo assim, ao chegar a casa, não resisti a vestir a t'shirt e vir mostrar-lhes.

Obrigada Maria pelos mini WS que dás sempre que compro um produto novo e pela disponibilidade que tens para uma "melguinha" como eu.

Obrigada Mary, não sei que palavras usar em relação a ti, não é preciso falar do teu talento, porque tudo o que fazes fala por si, mas tens também o dom de ensinar, com uma calma, uma humildade e uma disponibilidade adequadas a cada aluna. Adorei conhecer-te nesta vertente e espero poder repetir (vai pensando num gatinho...)

Beijinhos a todas e um bom Domingo para todas.

domingo, 14 de março de 2010

Consegui recarregar a minha célula fotovoltáica, venham ver como foi.

Olá lindas(os)



Espero que o vosso fim de semana tenha sido bom.


O meu foi de extremos, como tudo na minha vida. A minha 6ª feira de trabalho acabou tão, tão mal..., mas já passou.

A tarde de Sábado foi divertida, recarreguei a "minha célula fotovoltáica" (a minha transforma a luz solar em energia para viver a semana seguinte), estava mesmo a precisar.



Fui conhecer a Quinta Pedagógica dos Olivais, que foi inaugurada em 1996 e que vem sendo conservada e melhorada.


Aqui a foto do painel de azulejo, à entrada:




Se estiverem aflitinhas:
Ao entrar, do lado esquerdo há informações sobre os animais que poderemos encontrar na Quinta, e com sentido de humor, como eu gosto:


O burrinho mirandês, o Buxo, também levou uma festinha.

Mais uma informação sobre a vaca Mimosa:


Não dá para pôr tudo aqui... do lado direito fica, o Passeio da Fama. Fotografei todas as estrelas e ao "revelar" as fotos descobri um pormenor curioso que partilho com vocês: Já repararam na diferença entre as pegadas do cão e do gato?

Com cães e gatos em casa, pensava que as pegadas eram iguais, mas não são:



Vêem a diferença? A almofadinha central é praticamente igual, mas es exteriores têm orientações diferentes.


Quando cheguei a casa, o Jimmy foi a vítima desta decoberta, deve ter pensado: mas o que é que lhe deu que não para de olhar para as minhas almofadinhas...



Mesmo ao fundo do Passeio da Fama está um resumo de curiosidades sobre os diferentes famosos:



Sabiam que as vacas orientam-se olhando para o chão e por isso quando há inundações elas ficam completamente perdidas?

E sabiam que elas conseguem subir escadas, mas não as conseguem descer?

Já sabia que havia diversas raças de galinhas, mas que algumas punham ovos verdes e azuis, também não sabia.

Estas são algumas das curiosidades que podemos ler neste painel.

A quinta tem cerca de 2 hectares, mas parece pequena, dada a forma como está devidamente aproveitada. É um espaço verdadeiramente agradável e didático, desde a horta, com diversas espécies plantadas e cuidas, árvores de fruto, jardins, incluindo o jardim de aromas (ervas aromáticas). Aqui também fiz uma descoberta: tenho incenso numa floreira e não sabia...

Já viram que engraçadas, a mamã cabra e os dois filhotes?

Estão separadas das outras, os filhotes ainda são muito pequenos e num espaço bem razoável estão à vontade para correrem e saltarem, sem se magoarem.



Estavam casinhas fechadas, pois não eram horas de actividades. Por exemplo a Padaria, que tem um forno a lenha e ensinam a fazer pão e bolos, desde o amassar ao cozer.



Há também actividades de doçaria, cerâmica, tecelagem. Existe uma biblioteca infantil e uma vacaria onde se aprende a fazer manteiga (o queijo é um processo demorado).

Ainda não tinha conseguido vislumbrar a Mimosa (um animal tãp grande) e "nos entretantos" deliciàmo-nos com espaços como este:


Um cavalo tão simpático, que adorava pão:


Tudo é aproveitado! Um pedaço de tronco, talhado e pintado faz uma mesa bem gira:


Para as nossas "camisolinhas claras", temos a ovelha branca:


e para as nossas "camisolinhas escuras" temos a ovelha negra.
Esta foi a explicação brincalhona, que eu estava a dar à minha filha, com um ar muito sério... um rapazinho que estava ao nosso lado, com uma senhora ralhou muito alto: vês avó, quando re perguntei por esta era preta, não me esplicaste! Vê se aprendes!


Foi uma risota geral!


A ovelhinha negra, tinha atravessado o "prado" e vindo ter comigo. Parecia estar dizer-me: não te importes de seres a "ovelha negra" da família, eu gosto de ti!

Na etiqueta Telhas Decorativas podem perceber o porquê de ela se ter identificado comigo, ou, vice-versa.



Uma galinha chique, que posa para a fotógrafa:


- Esta tem tipo de pôr ovos verdes... se estivesse aqui alguém perguntava...


- A minha filha: vê lá se ganhas juízo, não chegou a barraca com as ovelhas?


Ai meninas, é tão difícil ser madura...



Bem escondido pela vegetação, descobri um ninho com muitas assoalhadas:



Finalmente, encontrei a Mimosa:

Também encontrei os 3 porquinhos.

Se quiserem descansar ou comer com mais privacidade encontram cantinhos como este:

Vocês devem estar a pensar: não havia mais ninguém na quinta?
Se havia, muito adulto, muita criança, muitos bébés e todos com ar feliz, divertido.
Há muito espaço para correrias, muito relva, muitos bancos e tudo bem enquadrado neste espaço mágico.
As crianças divertem-se tanto que este tipo de brinquedos fica livre, para maluquinhas como eu (foi só para a foto):

Deixo-vos com esta foto do cisne negro, que não sei que indicação dei à máquina, mas tenho pena, pois acho que ficou linda, muito "espelhada".
O primeiro edifício alto, é o Olivais Shopping. Quem iria pensar que basta atravessar a Avenida para deixar-mos a cidade e entrarmos no campo?


Espero que tenham gostado. Só mostrei uma pequena parte do que podem ver ao vivo e a entrada é GRATUITA! É propriedade da C.M.Lisboa.
Quem puder, não deixe de visitar. Está aberta todos os dias da semana, excluindo 2ª feira. O horário é até às 17H30m e a partir de Maio até às 19H.
Não percam! Pequenos e grandes aprendem muito aqui!
Beijinhos muito felizes!


terça-feira, 9 de março de 2010

Para quem gosta de côco... Para quem gosta de colecções: Museu dos Fósforos

Bom dia meninas(os)

A foto já conhecem e, como prometido vou deixar-lhes a receitinha, que é bem simples.
Esta receita foi-me cedida pela minha colega Ana Silva, a responsável por me ter iniciado na decoupage. Agora, ando eu atrás dela a ver se a convenço a fazer um blog, pois tem trabalhos lindos.

1 iogurte de côco
3 caixas de iogurte de açucar
2 caixas de iogurte de farinha
1/2 caixas de iogurte de óleo
1 colher de chá de fermento em pó
1 caixa de iogurte de côco ralado
3 ovos
raspa de limão (facultativo e de minha iniciativa)

Junta-se os ovos inteiros,,o iogurte e o côco,,mexe-se bem.,Junta-se em seguida os restantes ingredientes.
Unta-se a forma com manteiga e polvilhas-se com farinha e leva-se a cozer durante cerca de 30 minutos a 180º.

Como referi na postagem anterior, estive no Museu dos Fósforos e aconselho a visitarem.

O Museu está aberto das 10H às 17H, também aos fins de semana, e é gratuito.

Quando o visitei pela primeira vez, fui recebida pela filha do fundador do Museu, Aquiles da Mota Lima, que me contou como tudo começou.

Mas, para não me faltar nada, socorri-me da net e transcrevo o que encontrei e que bate certo com o que eu já sabia:

O Museu dos Fósforos representa a maior colecção filuminística da Europa, colecção essa iniciada em 1953 pelas mãos de Aquiles de Mota Lima, reconhecido cidadão Tomarense, que se destacou em actividades culturais de grande mérito.Esta colecção, viu o seu início na viagem de navio que Aquiles de Mota Lima realizou para Londres, onde iria assistir à coroação da Rainha Isabel II e onde travou conhecimento com uma coleccionadora americana de caixas de fósforos.Desde essa altura, foi um multiplicar de caixas que actualmente rondam as 43 mil, representando 122 países, quadros de pintores famosos, instrumentos musicais, filmes, vedetas, jóias e pedras preciosas, mitos e lendas. Portugal como não poderia deixar de ser também se encontra representado desde os primeiros "amorfos".Actualmente esta riquíssima colecção é pertença da Câmara Municipal de Tomar, uma vez que em 1980, foi doada pelo coleccionador e instalada no Convento de São Francisco.

À entrada, uma caravela feita em fósforos:

Uma foto geral, onde cada arco dá inicío a uma sala, com aspecto idêntico a esta:

O chão, em calçada portuguesa, as portadas e os tectos em madeira.

Caixas de fósforos de Portugal:

Estas, com receitas:De Espanha:também de Espanha: Do Brasil:

De França:Do Japão:
Caixas com os maiores fósforos:


Várias caixas que juntas formam um puzzle:


Estão fotos são um pequeníssimo exemplo do que podem encontrar. Tentei tirar dos países da maioria das minhas seguidoras.
Acrescento, que é um Museu onde não há perigo de levar crianças, pois, por muito irrequietas que sejam não conseguem estragar nada, as caixas de fósforos estão devidamente protegidas em expositores com vidro.
Acrescento que este Museu está a 2 minutos da Estação da CP e dá perfeitamente para um passeio diferente do habitual para pequenos e graúdos.
Resumindo a história: Já viram que com 2 pequenas peças se transformaram num grande património?
Espero que tenham gostado.
Beijinhos doces