A minha filhota mais nova, resolveu "emoldurar" os momentos de diversão que tivemos no Carnaval (naquela loja que pusemos de pantanas), e assim decorou uma moldura.
A foto não valoriza o trabalho, pois a mesa e os azulejos são quase do mesmo tom, mas como eu já tenho dito, o nosso atelier é a mesa da cozinha e se eu não tiro logo as fotos, esqueço-me.

Gostámos muito do resultado do trabalho dela e o meu marido ficou emocionado com a foto que ela escolheu...
Podia acabar a postagem aqui, mas, para vocês perceberem o porquê da emoção dele, eu explico: o meu marido não é o pai da minha filha e ela é de facto parecida com o pai, mas infelizmente ele faleceu quando ela tinha 2 anos e ambos tínhamos 32.
Sou de facto uma aboborinha madura, não pelas rugas na cara, nem pelas "pregas no colarinho", mas por tudo o que já vivi.
Assim, a minha maneira de estar na vida, é viver o dia a dia o melhor que me é possível, porque posso não ter amanhã.
Não pensem que eu estou triste ou infeliz... pelo contrário.
A vida passada tornou-me uma aboborinha madura, mas muito doce.
Comentem o trabalhinho dela porque estes momentos de artesanato estão a ser muito úteis para ela desanuviar do stress do Mestrado.
Beijinhos doces para todas(os)
