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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Prato natalício

Este prato foi uma lembrança de Natal para uma colega que adora anjinhos.

Ela gostou muito. Eu também gostei, mas sou suspeita, não é?

Aqui está o verso do prato. Lembrei-me da minha mãe que costuma dizer: a perfeição da costura vê-se pelo avesso.
Fico a aguardar os vossos comentários.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Já a pensar nos doces de Natal...


Pois é amigas, o meu Natal é passado com a minha família mais chegada na minha casita perto de Tomar e há doces que já são veteranos nestes dias...

Pessoalmente, adoro a véspera de Natal, para além de todo o significado religioso que tem, a minha avó Maria fazia anos neste dia. Ela já não está fisicamente entre nós, mas acompanha-me sempre, e então este dia é duplamente especial para mim.

Há doces que estão sempre presentes, as filhós à moda da Beira Baixa, tipo coscorões, mas este ano também vou fazer coscorões verdadeiros, já tenho uma receita óptima, o toucinho do céu, brigadeiros com amêndoa, arroz doce, papos de anjo e o que não pode faltar mesmo é o Molotoff.

Felizmente guardo sempre uma margem de 2 KILITOS para poder engordar entre o Natal e Ano Novo. Todos os anos, para além dos veteranos experimento uma receita nova, quando gostamos, passa a veterana, por isso tenho uma mesa à parte só para doces e depois da ceia de Natal passamos ao serviço self-service e nos dias seguintes, até haver doces, cada um serve-se do que gosta mais.

Depois de ultrapassar o trauma dos vidros, resolvi que vou decorar a mesa dos doces, com pratos "feitos por mim".

Então, mostro-vos este, um prato redondo bem grande e ligeiramente côncavo, que não está uma perfeição, mas acho que dá para o gasto, como se costuma dizer, porque resolvi pôr um guardanapo inteiro, quadrado, num prato redondo e então ficou com umas "rugas no colarinho".
Recortei-lhe o centro e em cima, enfeitei com umas purpurinas e adicionei-lhe tinta pérola metalizada e o verniz.

Como gosto bastante do guardanapo e não tinha outro igual, o prato escapou-se do banho de imersão e comecei-o a imaginar com um grande molotoff, coberto com doce de ovos... estão a imaginar a cena? O contraste do doce de ovos, amarelinho, com o verde do azevinho? Acham mesmo que alguém vai reparar nas rugas do colarinho?

Eu penso que não e se alguém reparar, antes do Ano Novo, dou-lhe um banhinho de imersão e "visto-o com uma roupinha nova".

É a vantagem do vidro: lavadinho e enxuto fica como novo. Onde é que eu já ouvi isto?

Vou deixar aqui a minha última obra antes que diga mais disparates.

Beijinhos e bom fim se semana para todas

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Um cheirinho a Natal

Deu-me uma vontade de fazer uns trabalhos em vidro para a mesa de Natal e comecei por este.

Hum ..., tenho muito que melhorar, mas o meu marido fez-me prometer que não o ia "pôr de molho". Ele incentiva-me bastante e está sempre a elogiar os meus trabalhos, mas cá para nós, ele ainda vai apreciar mais o bolinho que vou servir nele, hi, hi, hi...

Na foto não se nota, mas tem purpurinas douradas no vermelho e com a luz faz uns reflexos muito giros.

Fico à espera dos vossos comentários e dicas que me são sempre tão úteis.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Finalmente... o prato torteira

Tanto banho que levou,
este prato de vidro, não de loiça.
Ao fim de várias tentativas,
lá saiu "esta coisa"...
Este foi o "tal" prato que serviu de cobaia para a minha primeira experiência com vidro, que me deixou um bocado traumatizada, por não conseguir fazer nada de jeito, quando afinal a cola não era a apropriada...

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Vai um bolinho?


A minha 1ª experiência em vidro que chegou ao fim...
Disse, numa "postagem" anterior que eu e o vidro estávamos de relações cortadas...
Passo a explicar: Quando entrei pela primeira vez numa loja de artes, só sabia que havia guardanapos bonitos para fazer decoupage, mais nada.
O senhor que me atendeu, muito simpático, enquanto eu escolhia os guardanapos, fui fazendo perguntas sobre decoupage em madeira, telhas, que cola a utilizar, etc., e ele deu-me várias dicas muito úteis. Acabei por comprar vários guardanapos, uma caixa de madeira, algumas tintas, pincéis, cola e verniz.
Em casa, fiquei a olhar fascinada para os materiais e, com medo de estragar a caixa de havia comprado, comecei por uma caixa pequena dos chineses, que foi a minha primeira experiência em decoupage e que também está bo blog.
Ao falar com uma colega, ela disse-me que o mais fácil eram os vidros... Resolvi então fazer uma torteira. Colei o guardanapo, a cola ficou transparente e depois pintei. Quando peguei no prato e o virei de frente para mim, vi que a cola se tinha tornado branca e manchado o guardanapo. Não me dei por vencida... tudo debaixo de água e de novo ao ataque: aconteceu o mesmo e foi um guardanapo "à vida".
Pensei eu: se isto é o mais fácil, desiste Helena, és mesmo naba em meter-te nestas aventuras!!
Ao serão voltei ao ataque, peguei no prato e fiz umas experiências com vários pedaços de guardanapos de várias cores e desenhos que eu já tinha em casa e a cena repetiu-se: ao pintar, a cola ficava branca e sujava o trabalho...
No dia seguinte voltei à loja e contei o que se passou, o senhor disse-me: querem ver que eu lhe vendi a cola errada? Apontei para um frasco e ele confirmou: ah!, essa não dá para vidros, é só para superfícies porosas. Sosseguei-o, pois eu tinha comprado uma caixa e falei-lhe em telhas, eu é que resolvi experimentar o vidro. Vendeu-me então uma cola para vidros, comprei um guardanapo igual ao que tinha estragado e fui logo fazer a experiência quando cheguei a casa..., mas depois de colar o guardanapo, peguei no prato com todo o jeitinho e fui -lo ao pé da janela para secar mais rápido, aí quando larguei o prato, um bocado de guardanapo colou-se ao meu dedo e lá se foi metade do guardanapo...., guardei o prato e ontem por via das dúvidas não peguei no mesmo, mas sim num redondo, mas acho que não ficou muito mal. Aguardo os vossos comentários.
Entretanfo fui de férias, comecei com as telhas e as reciclagens e o vidro foi ficando para segundas núpcias.
Moral da história: é costume dizer-se que o material tem sempre razão, mas não foi o caso. Inicialmente a culpa foi mesmo da cola.