terça-feira, 9 de março de 2010

Para quem gosta de côco... Para quem gosta de colecções: Museu dos Fósforos

Bom dia meninas(os)

A foto já conhecem e, como prometido vou deixar-lhes a receitinha, que é bem simples.
Esta receita foi-me cedida pela minha colega Ana Silva, a responsável por me ter iniciado na decoupage. Agora, ando eu atrás dela a ver se a convenço a fazer um blog, pois tem trabalhos lindos.

1 iogurte de côco
3 caixas de iogurte de açucar
2 caixas de iogurte de farinha
1/2 caixas de iogurte de óleo
1 colher de chá de fermento em pó
1 caixa de iogurte de côco ralado
3 ovos
raspa de limão (facultativo e de minha iniciativa)

Junta-se os ovos inteiros,,o iogurte e o côco,,mexe-se bem.,Junta-se em seguida os restantes ingredientes.
Unta-se a forma com manteiga e polvilhas-se com farinha e leva-se a cozer durante cerca de 30 minutos a 180º.

Como referi na postagem anterior, estive no Museu dos Fósforos e aconselho a visitarem.

O Museu está aberto das 10H às 17H, também aos fins de semana, e é gratuito.

Quando o visitei pela primeira vez, fui recebida pela filha do fundador do Museu, Aquiles da Mota Lima, que me contou como tudo começou.

Mas, para não me faltar nada, socorri-me da net e transcrevo o que encontrei e que bate certo com o que eu já sabia:

O Museu dos Fósforos representa a maior colecção filuminística da Europa, colecção essa iniciada em 1953 pelas mãos de Aquiles de Mota Lima, reconhecido cidadão Tomarense, que se destacou em actividades culturais de grande mérito.Esta colecção, viu o seu início na viagem de navio que Aquiles de Mota Lima realizou para Londres, onde iria assistir à coroação da Rainha Isabel II e onde travou conhecimento com uma coleccionadora americana de caixas de fósforos.Desde essa altura, foi um multiplicar de caixas que actualmente rondam as 43 mil, representando 122 países, quadros de pintores famosos, instrumentos musicais, filmes, vedetas, jóias e pedras preciosas, mitos e lendas. Portugal como não poderia deixar de ser também se encontra representado desde os primeiros "amorfos".Actualmente esta riquíssima colecção é pertença da Câmara Municipal de Tomar, uma vez que em 1980, foi doada pelo coleccionador e instalada no Convento de São Francisco.

À entrada, uma caravela feita em fósforos:

Uma foto geral, onde cada arco dá inicío a uma sala, com aspecto idêntico a esta:

O chão, em calçada portuguesa, as portadas e os tectos em madeira.

Caixas de fósforos de Portugal:

Estas, com receitas:De Espanha:também de Espanha: Do Brasil:

De França:Do Japão:
Caixas com os maiores fósforos:


Várias caixas que juntas formam um puzzle:


Estão fotos são um pequeníssimo exemplo do que podem encontrar. Tentei tirar dos países da maioria das minhas seguidoras.
Acrescento, que é um Museu onde não há perigo de levar crianças, pois, por muito irrequietas que sejam não conseguem estragar nada, as caixas de fósforos estão devidamente protegidas em expositores com vidro.
Acrescento que este Museu está a 2 minutos da Estação da CP e dá perfeitamente para um passeio diferente do habitual para pequenos e graúdos.
Resumindo a história: Já viram que com 2 pequenas peças se transformaram num grande património?
Espero que tenham gostado.
Beijinhos doces






segunda-feira, 8 de março de 2010

Um Sábado......hum..... relaxante?

Bom dia meninas(os)

Sábado de manhã acordei com uma ventania de meter medo, mas não podia deixar de dar o meu passei matinal por Tomar.

Resolvemos ir até ao Convento de S. Francisco, onde existe uma Oficina de Olaria e Azulejaria e onde eu há cerca de 12 anos atrás passava horas a ver pintar azulejo e a ver trabalhar o barro, com vontade de meter a mão na massa...

Á entrada, somos recabidos por painéis de azulejos do século XVII:


Já lá dentro, contei 4 rodas de Oleiro:

Aqui, os cavaleiros templários a aguardar a ida para o forno:




Os fornos:Uma vista geral da Oficina:

Uma senhora, muito simpática a iniciar uma pintura de um painel de azulejo para uma moradia.

Foi a uma colega desta senhora que eu encomendei há 10 anos atrás um painel de azulejos para pôr na minha casota. A D. Isilda não estava lá, só está durante a semana... vou ter de lá voltar para lhe dar um beijinho.




Nesta Oficina fazem-se trabalhos para venda ao público, de todos os preços, e também por encomenda.



Mesmo em frente está o Museu Aquiles da Mota Lima, mais conhecido por Museu dos Fósforos.


Tirei várias fotos, mas vou deixar para outra postagem.





O vento continuava, como se pode ver, mas a visão da Praça da República enfeitada até me fez esquecer o vento e constatei que se tratava das Comemorações dos 850 anos da tomada do Castelo de Tomar aos Mouros, pelo Templários:

Assim, em colaboração com as Escolas do ensino básico do Concelho, tinham distribuído Templários, feitos por crianças, para enfeitar as entradas das lojas da rua principal: a Rua Serpa Pinto, mais conhecida pela Corredoura.


Tirei muitas fotos, mas adorei este, achei muito original, onde aproveitaram material usado no Carnaval, uma esfregona, pára-Sol de alumínio e muitas caricas:



O pormenor da armadura deste Templário:


Outro templário vestido com plástico de bolhinhas e rodinhas de cartolina e articulado, mais a macaquinha de imitação:

As pessoas que passavam riam-se, mas devia ser por causa da vestimenta do templário...
Já na casota, resolvi fazer um bolo de côco, mas quando o tirei do forno ele não queria sair, então, resolvi não insistir e deixei-o de cabeça para baixo... havia de cair quando lhe apetecesse.

Resolvi ligar à Pipoquinha (http://pipocaseazeitonas/), que já não é somente virtual, mas que ainda não conhecço pessoalmente e de quem sou amiga.

Quando lhe falei do bolo ela disse-me: mulher, vai lá tratar disso, vai cair aos bocados...

- Não faz mal, come-se na mesma. Não estou para o apressar, estou a dar-lhe tempo para ele se mentalizar a descer...
Pipoquinha, tinha, ou não tinha razão?
Noutro dia dou a receita...
Fui descontrair para o logradouro. A minha orquídea de jardim já floriu. Tão querida:


Fui desembrulhar um herbário que comprei e tratei dele:



E aqui está, na estufa que o meu marido me ofereceu pelos anos:


Só a montámos há pouco tempo por causa dos temporaisque têm estado. Tem servido como "sanatório" de plantas doentinhas.
Ao serão concluí a 1ª parte do mais recente SAL em que me meti:



Foi ou não foi um Sábado relaxante? E produtivo? Restam-me ainda fotos para fazer postagens durante o resto da semana.
Beijinhos para todas(os) e FELIZ DIA DA MULHER!!!!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Um vasinho alegre e bem disposto



Olá meninas(os)

Aqui venho eu com uma pecinha muito básica... um vasinho alegre e bem disposto.

A ideia era ter sido feito com pintura country, mas o vaso é pequeno, depois de andar a "encolher" o desenho que escolhi, comecei por fazer uns chanfraditos no verde, com amarelo, e não se notava quase nada...

O vaso parecia que tinha cócegas e encolhia-se sempre que o "chanfrado" se aproximava.

Achei que não valia a pena a trabalheira que estava a ter e então fiz uma decoupage das florinhas, dei-lhes uns toques com o pincel, e fiz uma chanfradice em cima (com o azul):

Fiz os pespontinhos, ficaram certinhos, mas mesmo assim a "linha" não tinha toda a mesma espessura:


Aqui está o interior do vasinho:


E pronto, aqui está a história de mais uma tentativa de pintura country, mas vou insistir, oh!, se vou! Sou mmmuuuuuiiiiiiittttoo teimosa...

E as fotos, a primeira achei que estava com muita luz e reduzi, depois ficaram assim, amareladas, parece que estão com um ataque de fígado... ou uma alergia... daí o vasinho ter ficado cheio de pintas...
Bom, antes que diga mais disparates, desejo a todas(os) um bom fim de semana, que como há muito que não chovia, parece que vai ser molhado, mas aproveitem ao máximo que eu vou tentar fazer o mesmo.
Beijinhos


quinta-feira, 4 de março de 2010

A aboborinha nunca se atrapalha...

Bom dias queridas(os)

Como não é novidade, na minha casota, eu tenho disposição para fazer tudo: cozinhar, bordar, pintar, jardinar, passear, brincar, etc. etc.

Adoro trabalhar na mesa que tenho no logradouro, ao ar livre, a ouvir os passarinhos, na companhia dos animais, dos meus, dos adoptivos e dos veraneantes que me visitam...

A mesa é grande, mas às vezes está tão ocupada que não chega. Ai, que saudades, há 6 meses atrás andava tão produtiva...:


e vou para o chão. Aí tenho muito espaço livre. Aproveito para vos apresentar as minhas fiéis amigas caninas: a Nayma (debaixo do meu braço esquerdo), com 12 anos que é a mãe das outras duas, a Missy e a Asti, (a cor de champanhe, daí o nome), ambas com 9 anos.

São caniches, a Nayma é caniche média e, como o pai era caniche anão, as filhotas ficaram no meio termo...serão... caniche pequeno? Não sei, não ligo nada a "marcas".

Estou a segurar-lhes o focinho, porque quando eu baixava a cara as mais novas atacavam-me com lambidelas. A Nayma, que é super meiga sabe-se comportar e só lhe falta falar, as filhotas saíram ao pai... e não há educação que resista.

O meu marido ao tirar a foto dizia: só mesmo tu, tens mesmo muita paciência...por isso é que elas são assim...

Ele tem razão, mas eu, sempre que posso dou-lhes a atenção e os mimos que não consigo dar no dia-a-dia.

Reguila, como sou, respondi-lhe: estamos de férias não estamos? Entáo as férias são para todos!


Antes que me perguntem: que estavas tu a fazer? Eu digo já: estava a betumar uma madeira, velhíssima, que depois ficou assim:


Se forem à etiqueta Reciclagem/Novo look, está lá tudo.

Um dia conto a história da Nayma, mas hoje não dá mesmo. Fiz esta portagem a correr porque já havia meninas a pedir as patinhas que faltavam... Tenho fotos lindas delas, mas são em papel... e tenho mais algumas digitalizadas, mas devem ter "dado às patas" que não as encontrei...

Meninas, o "diabinho do trabalho" atacou-me forte: é no trabalho, é em casa, nos bordados, nas pinturas... UFA! Ando de rastos.

Tenho as visitas aos vossos cantinhos atrasadas, mas não me esqueço de vocês e espero pôr a "escrita" em dia.

Beijinhos e lambidelas para todas(os)

segunda-feira, 1 de março de 2010

Parte das patinhas que andam lá por casa...

Olá amigas(os)

Como tive comentários a dizer que não se via bem na foto a prendinha que eu ofereci, aqui está ela:
A caixinha foi pintada e bordei a almofadinha em Hardanger, o desenho do coração exterior, tirei do blog Les Partages de Ticoeur. Por dentro deveria ter ficado com um género de "crivo", mas como pensei em o adaptar para ser um alfineteiro, bordei mais um coração, também com outro ponto de Hardanger para não ficar esburacado.

Gostei do efeito e ontem, acabei outro, que seria para mim, mas já não está comigo... depois mostro.

O convívio de Sábado passado foi um êxito e deu para sentir o carinho que muitas blogueiras e não só, também a Margarida, tinham por mim, também pela história dos gatinhos e perguntavam-me como eles estavam agora.

Assim, como não tenho só o Jimmy e a Maria, venho apresentar-lhes as "manas" mais velhas, que também têm a sua história.

Tirei as fotos ainda no Sábado e o Jimmy, com quase 9 meses, está assim, um loiraço lindo e super, híper, meigo:


a Maria, grande espertalhona e vivaça, mas muito meiga, também está grande (claro que tem a mesma idade do mano):

Após termos tido uma ninhada de gatos pretos num dos anexos (mais uma história a contar) a minha filha mais nova cismou que queria uma gata preta. Fomos a uma loja de animais em Tomar, que vende toda a espécie de animais mas, quanto a gatos, não vende "gatos de marca"... prefere aceitar ninhadas e dá-los a pessoas que cuidem bem deles.
Então, não havia nenhuma uma gata preta, e esta malandra teimava em subir por mim acima e quando lhe peguei, aninhou-se nos meus braços e pronto, estava feita, já veio connosco.
Ao chegar a casa, revelou-se e não parava quieta e nós, que ainda não tínhamos escolhido o nome dizíamos: sua besnica, tão fofa na loja e agora és uma terrível...

Assim, de besnica passou a Nica e aqui está ela já com 3 anos. Dá para ver que 5 segundos ao colo é tempo demasiado para ficar quieta.


Agora vem a mais velhinha, com 9 anos.


Um dia quando a minha filha mais velha ia a entrar no prédio ouviu miar, já estava a anoitecer, seguiu o som e deu com uma gatinha muito pequena, várias pessoas tinham passado por ela completamente indiferentes.

A minha filha pegou-lhe, levou-a para casa, deu-lhe comida, porque nós na altura tínhamos uma gata, a Diana, que entretanto já faleceu, e pusemos um aviso na entrada do prédio, porque já uma vez tinha aparecido um gato no nosso patamar e tinha donos, que ficaram muito agradecidos por termos posto um aviso, pois andavam desesperados à procura dele.

Neste caso foi diferente, ninguém nos bateu à porta e a Shaggy há 9 anos que está connosco.

Shaggy é uma palavra inglesa que em português quer dizer peluda:



Todos os nossos animais, sim porque ainda faltam as cadelas (fica para outra vez), têm iis nos nomes.


Li algures, que o som que os animais ouvem melhor é o i, e por isso este som devia estar presente no nome deles

Os mais velhos foi por intuição, os outros, tivemos esse cuidado.

O que acharam? É muita patinha, não é?


Beijinhos "peludos" para todas(os)