quarta-feira, 6 de julho de 2011

Com as mãos na massa


Olá meninas


Foi no passado Sábado que fiz um WS de biscuit na Maria, uma técnica que gostava de aprender, especialmente o saber como fazer a massa.


E assim, quando a Alda perguntou se alguém queria fazê-la, aqui estou eu, super voluntária:



De seguida passámos à fase da modelagem em que escolhemos as cores dos cachorros. A Alda disse: imaginem o vosso cão, a cor dele a toca a começar.


Tenho 3 cadelas, mas o cão que me surgiu no pensamento foi o Azias, o cão dos meus vizinhos, que até hoje não percebo para que querem animais (foram eles que tentaram matar os gatinhos).


Não sabia o nome dele, nem de quem era, quando em cachorrinho me entrou na cozinha a abanar a cauda. Estávamos de saída e ele seguiu-nos até ao carro e quando abri a porta, ele entrou super feliz.


Apesar dos protestos do meu marido levei-o connosco até Tomar e ao café, e portou-se maravilhosamente.


De regresso a casa, o carro dos meus vizinhos já lá estava e o cachorro assim que saiu foi para o terreno deles e mais tarde ouvi: Azias... Azias.


Fiquei pasma... que nome...


Desde esse dia, logo que chegamos ele vinha ter connosco, seguia-nos, eu enchia-lhe uma taça de ração e ele primeiro, recebia e dava mimos e só depois, olhava para mim, envergonhado como a perguntar: posso mesmo comer?


À medida que ele foi crescendo, começaram os ciúmes dos donos: passaram pela fase do prender assim que nós chegávamos, mas o Azias por 3 vezes conseguiu soltar-se, ir ter connosco e só voltava para casa à noite.


Pensei numa estratégia e pedi ao meu vizinho (que é mais acessível), que quando nós lá estivéssemos soltasse o Azias, porque não nos fazia diferença nenhuma... fazendo de conta que não sabia que ele o prendia de propósito.


Ele ficou sem jeito... gaguejou... até agradeceu e tudo corria bem.


O Azias até se despedia de nós, como se vê na foto, mas são dois fins de semana que lá vamos e o Azias não aparece e já fomos espreitar, quando eles lá não estão e também não o vemos, nem preso.


Tenho muitas saudades, nem quero pensar no que lhe terá acontecido e daí a minha insistência em fazer um cão malhado de branco, a Guidinha ter-se metido comigo: tu tens sempre de ser diferente...


Nem me apercebi que estava a complicar o trabalho, mas com a ajuda da Alda ficou como eu imaginava.


Aqui está o meu Azias de biscuit:



Adorei o WS e agradeço a paciência da Alda comigo.


Sobre o WS não há muito mais a dizer, além do que já tenho dito: os WS na Maria são sempre um divertimento e para além da concentração na aprendizagem há muita descontracção... percebem a "salada" do que estou pr'aqui a dizer?


Aqui está o resultado do nosso trabalho:


Agora estou desejosa de ter tempo para fazer os TPC's e não me esquecer.

Beijinhos a todas


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Love is in the air

Olá a todas

Tenho andado desaparecida, mas o trabalho tem sido muito e em casa, o meu computador deve ter-se dado mal com estas oscilações de tempo e não funciona.

Desculpem a minha ausência, vou tentar, a pouco e pouco pôr as visitas em dia.

Não resisti a este guardanapo assim que o vi. Tem tudo o que eu adoro: vasos, flores, ninho, artigos de jardinagem e passarinhos amorosos.

O passo seguinte foi "ficar com a telha" e resultou no que vêem. Pessoalmente, gostei muito do resultado.

Realcei alguns pormenores com 3D, que nas fotos não se vê bem, compus com pintura acrílica e as telhas também foram feitas por mim, como um pequeno telheiro, porque estava difícil segurá-las.

O toque final: um passarinho e uma passarinha "in love": Espero que gostem.

Desejo a todas um óptimo fim de semana e muitos beijinhos.





terça-feira, 14 de junho de 2011

Ontem foi dia de Stº António

Olá a todas

Ontem foi o dia que homenageia o meu Santinho amigo.

Resolvi assim, guardar para hoje a postagem deste trabalho que fiz há cerca de um mês e ofereci a uma pessoa muito querida.

Esta peça de marfinite foi comprada na Maria. Despistada como sou eu nem reparava nela, mas a Maria, sabendo os meus gostos chamou-me à atenção do Stº António brincalhão e claro, achei-a super original e trouxe-a comigo.

Os pormenores dos acessórios que sempre acompanham Stº António (o livro e as açucenas) também aqui estão, mas de uma forma original.


Escusado será dizer que adorei pintá-la e ver os olhinhos felizes de quem a recebeu.


Espero que vocês gostem dela também.


Fica aqui um pouco da história de Stº António, que nasceu em Lisboa e faleceu em Pádua, na 1ª metade do sésc. XIII.

A sua representação iconográfica mais frequente é a de um jovem tonsurado envergando o traje dos frades menores (franciscanos), segurando o Menino Jesus sobre um livro e tendo uma cruz, ou um ramo de açucenas, na outra mão. Esses atributos podem ser substituídos por um saco de pão, embora geralmente a figura do menino Jesus (nu ou vestido, de pé ou sentado, interagindo ou não com o santo) mantenha-se na outra mão. Uma das suas características, na sua representação mais fiel, é ter o habito de franciscano ligeiramente levantado em baixo para mostrar outro de "agostinho", do qual usou antes de aceder ao segundo, que foram as duas ordens religiosas em qual ele fez parte enquanto viveu. Uma rara representação iconográfica, exclusiva a Portugal e suas ex-colónias, mostra o santo trajando as vestes de "menino de coro" ou de sacristão, segundo a tradição que, em adolescente, teria sido "coroinha" na Sé de Lisboa. Em pintura, o santo pode ser visto em adoração frente a uma aparição do menino, a pregar aos peixes (objecto de um sermão do Padre António Vieira, séculos mais tarde), tal como São Francisco pregava aos pássaros, fazendo que uma mula se ajoelhe diante de um ostensório ou achando em um cofre o coração de um ávaro. Considerado padroeiro dos pobres, é também invocado para ajudar a encontrar objetos perdidos, numa oração conhecida como os responsos (no que é similar a São Longuinho, invocado mais frequentemente no Brasil do que em Portugal).
Santo António de Lisboa é enfim comummente considerado como um santo casamenteiro; segundo a lenda, era um excelente conciliador de casais.
No Brasil, muitas moças afoitas por encontrar um marido retiravam o bebé dos braços das estátuas do santo, prometendo devolvê-lo depois de alcançarem o seu pedido. Por esse motivo, alguns párocos mandavam fazer a estátua do santo com o Menino Jesus preso ao corpo do santo, evitando assim o seu sequestro. Outras jovens colocam a imagem de cabeça para baixo, dizem que só a mudariam de posição quando Santo António lhes arranjasse marido. Estes rituais eram geralmente feitos na madrugada do dia 13 de Junho. Outro facto pitoresco digno de nota, é quando a estátua se parte nestas lides - nesse caso, os cacos devem ser juntos e deixados num cemitério.
Numa cerimónia, conhecida como
trezena (por ter a duração de treze dias), os fiéis entoam cânticos, soltam fogos, e celebram comes e bebes junto a uma fogueira com o formato de um quadrado. Essa festança acontece entre 1 e 13 de Junho - é a famosa festa de Santo António.
Ainda há um outro costume que é muito praticado pelos fiéis. Todo o dia 13 de Junho, certas igrejas distribuem aos pobres "pãezinhos de Santo António" que, segundo a tradição devem ser guardados dentro de uma lata de mantimentos, para que não falte comida durante o ano. Há quem diga que o pão não mofa, mantendo-se íntegro pelo período de um ano.
(Wikipédia)


Muitos beijinhos para todas e desculpem a minha ausência, pois continuo com problemas com a maioria dos blogs e agora, também com o meu e-mail.


Fiquem bem a "artesanem" muito.

terça-feira, 7 de junho de 2011

La gardienne de poules

Olá a todas

Mostro mais um trabalhinho do Fórum Ponto Cruz a arte que eu amo. Desta vez trata-se dum gráfico Tralala: A pastora de galinhas.

Foi muito fácil e rápido de bordar e utilizei as cores a meu gosto.

É mais um trabalhinho que vai ficar a aguardar o acabamento final, pois ainda não tenho destino a dar-lhe.

Espero que gostem.

Beijinhos a todas

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Gosto de estar à janela

Olá a todas

Tenho andado um pouco ausente, porque para além das dificuldades de entrar em certos blogs, também não consegui entrar no meu.

Venho mostrar uma moldura pela qual me apaixonei assim que a vi na Maria.

De imediato idealizei como a queria fazer, mas a Maria não tinha telhas tão pequeninas como eu queria.


Assim, meti as mãos na massa e fi-las eu.


Tentei dar-lhe o aspecto duma janela duma casinha antiga (como é a minha em Tomar) e ficou como vêem.


Gosto muito dela e já está com uma foto minha, recordação dum dia muito especial e duma experiência inédita e irrepetível.


Espero que também gostem.


Beijinhos a todas