sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Sou uma aboborinha abençoada! (Uma história real que merece a pena ler)

Olá a todas(os)



Podem cuscar à vontade os pormenores, esta foto está repleta de trabalhinhos que já fiz...

Trabalhinhos que se vêm e trabalhões que não se vêm, como a pintura da parede do fundo. Sim, que expôr trabalhos lindos e maravilhosos numa parede toda manchada não tinha graça nenhuma. Há que criar ambiente e lá andei de trincha na mão (não me enganei, teve ser ser mesmo trincha).

Agora vamos à razão da minha postagem... Estão a ver do lado direito um espanta-espíritos?

Pois, eu adoro espanta-espíritos e comprei este por ser de bambú e já com o sítio destinado para ele.



É tão agradável, logo pela manhã, visitar as minhas florinhas, ou quando estamos a "almoçar fora" ouvir o barulhinho das canas quando há um ventinho...



Se estamos a almoçar, recosto-me na cadeira e suspirando digo: adoro viver no campo...


Um dia de Junho passado, estávamos nós a acabar de almoçar aqui, quando vimos passar um casal de vizinhos que, da estrada nos fez adeus...

- Já tomaram café? Não? Então tomem connosco...



Acompanhámos o café com umas bolachinhas e uma amena cavaqueira, mas os olhinhos deles iam mirando tudo em redor (é que a maioria dos trabalhinhos foram todos feitos na 1ª quinzena de Junho), havia muita coisa nova...



A J... não se aguentou, levantou-se e foi ver de perto as telhas, o alguidar, a caixa de correio que já,foi ninho...



- An... já viste esta telha do espantalho?

Aí o An... levantou-se e disse: muito gira, mas eu gosto mesmo é da do galo...



O meu marido levantou-se e foi esclarecendo: esse alguidar era meu, iria para o lixo se não fosse ela...e terreuteuteu... e blá, blá, blá...



E eu pasmada a olhar para aquelas "3 figurinhas" e a pensar: (sim senhora Lena, realmente mudaste bem este cantinho..., até parece uma visita guiada...)

Quando de repente a J... exclama, apontando para o espanta espíritos: olha um ninho! Olha um ninho!





Eh pá! Parece que tinha uma mola na cadeira, levantei-me logo e fui ver ... até fiquei comovida.


O Sr. An... disse: lá fazer o ninho fizeram, mas com vocês aqui por perto ele vai ficar assim mesmo.

Eu só perguntei: e é um ninho de quê?

- Pelo tamanho só pode ser de carriça.

- Carriça, que também é conhecida por chapim e que está em vias de extinção?

- Essas mesmo!

- Por aqui ainda há muitas, costumo vê-las nos fios da electricidade, parece que assobiam...

- Oh, era tão fixe que eu visse uma no ninho...



Como vocês podem reparar, oa passarinhos transformaram a porta do ninho, num círculo com um pouco menos de 3cm de diâmetro.



Eu sei isto, porque no dia seguinte levantei-me cedo e empinei-me numa cadeira e medi, mas dali não tinha alcance suficiente para ver se havia ovinhos, tinha de ir buscar o escadote e aí o meu marido ralhava-me... e com razão, mas a chegar mais de perto não resisti.


Se ele vier aqui, espero que leia isto na diagonal...


Dois dias depois, logo de manhã, vi uma carriça poisada num galho deste arbusto, fiz marcha atrás para pegar na máquina, mas já só apanhei uma borboleta, mas de repente ouvi um piar e não é que ela lá estava poisada no arame da roupa (se voltarem à 1ª foto, ele está lá).






Não me mexi, não respirei, e ela lá continuava a olhar para mim, piando e inclinando a cabeça e eu de máquina na mão, parecendo uma mulher estátua sem me mexer...



Entretanto, baixindo, resolvi cumprimentá-la: olá linda(e ela piava), bom dia (e ela voltava a piar)...

Achei que estava vivendo um milagre, estava feliz, super feliz, quando oiço o meu marido (metendo a cabeça de fora da janela da casa banho): estás a falar com quem?


- (Ai que nervos) Contigo é que não era!
- Mas o que mau humor logo de manhã, nem parece teu...
- Pois, afugentas-te-me a passarinha...
- O quê? Então eu é que devia estar chateado...
- Ah, ah, mas que gracinha... era a carriça que estava aqui...
- E estavas a falar pr'a ela (perguntou-me incrédulo?)
- Claro que sim, eu falo com tudo o que mexe e não mexe, tudo tem vida...
- Não fiques chateada, vais ver que ela volta.

(Espero que não levem a mal, mas foi mesmo assim que se passou e, ou conto como foi, ou apago isto tudo...)




E ela voltou, quando estávamos a almoçar cá fora. Com atenção, reparámos que eram 2, uma mais castanhinha que a outra, devia ser um casal.

Uma fazia a rota do arbusto florido, pela frente da casa e a outra, pelas traseiras.


Nesta altura levantáva-me às 6H da manhã, para dar o biberão aos gatinhos e lá estava ela no arame da roupa, dáva-lhe sempre os bons dias e ela respondia-me sempre.



Ficámos amigas e foi possível tirar as fotos seguintes:





A mamã carriça, a guardar o ninho, enquanto o papá (que tinha ido às compras), não chegava:






Os filhotes de biquinhos abertos (só se vêem dois, mas eram três:








O papá, que fazia a rota das traseiras à espera para avançar com mais comidinha:



A tarefa de alimentar e cuidar dos bebés é dividida por ambos. Tarefa bem cansativa, tantas as idas e vindas que faziam ambos.


Os papás passavam a noite dentro do ninho, com os filhotes. De manhã via-os sair de lá e a carriça do ninho saltava para o arame e depois voava.
Perguntava a mim mesma, como era possível caberem todos ali, se bem que as carrças são mais pequeninas que os pardais.

Duas semanas depois o ninho estava vazio... invadiu-me uma sensação de vazio, o meu marido consolou-me fazendo-me ver que era bom sinal, que eles já voavam, eram independentes...
Eu sabia tudo isso, mas também eram um bocadinho meus filhotes...

Gostava que este ano voltassem a habitar a "casinha", talvez a nova geração se lembre onde nasceu...
Foi tão bom acompanhar esta experiência, algo que alguns fotógrafos profissionais levam dias, semanas ou mais para conseguir uma fotos parecidas.
Uns anos dois anos atrás o meu marido disse-me: quando um animal escolhe uma casa para ter os filhos é porque essa casa é abençoada...
E eu também sou: muito, muito abençoada!
Fiquei emocionada ao relembrar esta história real...
Para desanuviar, vou deixar-vos como mais duas fotos, uma do Jimmy e outra da Maria na altura em que os passarinhos nasceram. A da Maria está um docadinho desfocada, mas está fofa na mesma:





Ainda mal conseguiam segurar as cabecinhas.



Como hoje estou uma "manteiga derretida" aqui fica a faceta da aboborinha ...amorosa:





Fiquem bem, aproveitem bastante o fim de semana, que eu vou fazer o mesmo, ainda por cima o meu vai até 3ª. Não me vão ver por aqui estes dias.
Beijinhos doces para vocês!







quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Refeição com 3 B's e um R: boa, bonita, barata....e rápida

Olá meninas e meninos
(sim que eu sei que eles andam aqui, embora só um o admitisse... enfim, coisas do sexo forte)

Vamos ao que interessa, um arrozinho de peixe bem simplezinho:


Normalmente eu faço "comida de gente", mas quando a minha filha me diz: amanhã não venho jantar, eu penso: que fixe, amanhã estou de folga.

Claro que não ficamos a pão e água, mas como há sempre em casa, sopa, yogurtes, fruta, entre outras coisas, aviso o meu marido:
- amanhã temos petiscos para o jantar,
e ele, que não sabe mesmo cozinhar, diz logo:
- por mim, tudo bem... e tu até ficas com mais tempo para o "trapilho".

Eu explico, para quem não me segue desde o início: é que esta minha faceta de "artista" começou com o trapilho mesmo, mas logo de seguida veio a decoupage e as tintas e eu levei um certo tempo a organizar-me...

Ele, às vezes quando pegava nas trelas das cadelas, batia no copo dos pincéis (dantes não existia), que caíam para o chão e espalhavam-se pela marquise...

Eu reclamava: tem cuidado M...
- Pois, uma pessoa não se consegue mexer, é trapilho por todo o lado...
- Ó homem, nem vês que são pincéis?
- Pr'a mim, pincéis e trapilho e tudo o mesmo...

Bom, já fiz um testamento e vocês à espera do arroz, hi, hi, hi.

Pois, quando a minha filha que não viria jantar, entra pela porta dentro e eu pergunto: não era hoje que não vinhas jantar?
- Pois era, mas despachei-me cedo...
- (estou feita)

Como sou uma pessoa prática, na arca congeladora há uma gaveta de emergência, com comida que pode e deve ser usada congelada, e onde tenho cebola picada congelada, alho picado, medalhões de pescada, delícias do mar, coentros picados..., etc.

Então:
Ponho um fiozinho de azeite num tacho ao lume (baixinho), com a cebola picada e o alho picado,
acrecento um caldo Knorr de marisco,
uma colher de sobremesa de massa de pimentão,
um pouco de calda de tomate...vou mexendo com a mão esquerda e com a direita ponho a tábua a jeito para cortar os medalhões em cubos.

Entretanto este conteúdo já está fervendo e acrescento logo a água para o arroz.

Eureka, tenho as duas mãos livres, começo a transformar os medalhões em cubos que já estão em cima da tábua, bem riginhos, estão congelados, coitados...

A minha faca eléctrica é velhinha e não tem lâmina para congelados... por isso não serve.

Agora vem a parte criativa: com a mão direita coloco uma faca de cozinha em cima do medalhão e com a esquerda bato-lhe com o martelo dos bifes e a faca vai descendo... e repito as vezes necessárias.

"Nos entretantos" já deitei o arroz no tacho e depois junto-lhe os cubos de pescada.

Aproveito a tábua e corto as delícias às rodelas.

Quando o arroz já está no ponto, apago o lume, envolvo as delícias do mar e polvilho com os coentros picados e é só chamar o pessoal para a mesa.

Uff! Garanto que isto na prática é mais fácil do que parece, e o aspecto final até é jeitoso não é?
E é rápida, porque desde que eu corro para a arca, até que me sento a comer, passou-se uma 1/2 hora.


Só umas notas: não falei em sal porque o pimentão já tem sal e o caldo knorr de marisco também.
Sobre as medidas de água e de arroz, é ao gosto de cada um: ou 2 de água para uma de arroz, ou 3 de água, dependendo de se gostar mais malandrinho ou do tipo de arroz utilizado.
Se substituírem os medalhões de pascada por cubos de tamboril, têm menos trabalho, mas fica mais caro.

Espero que gostem.



Outra faceta que pouca gente conhece: a aboborinha e o peddy-paper:



Foi um Sábado de Setembro de 2008 bem divertido, com exercício, cultura geral e muita risada.
Eram 10 grupos.
Os grupos foram escolhidos ao acaso e uma destas meninas é a minha mestra de Reiki.
Foi no almoço convívio, no ginásio, depois do peddy-paper que fiquei a saber que a E... era mestre de Reiki... ela tinha um Curso Nível I agendado para daí a 2 meses e disse-lhe logo para contar comigo.
Já fiz o Nível II e continuamos amigas, muito amigas mesmo.
Amiguinhas (os), nada acontece por acaso e se alguma coisa que tu desejas não te aconteceu ainda é porque não estás preparada para a saborear devidamente, ou também, por no teu íntimo não a desejares tão fortemente como devias.



Fiquem bem e saboreiem o dia de hoje...
Beijinhos de luz para vocês






quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

No que eu me meti... Uff!!!



Olá amiguinhas (os)



Já viram no que me meti?


Para começar, meu Deus... esta etapa deu-me que fazer: para além das flores exteriores, tantas marcações:
Sabem o que me faz lembrar este trabalho nesta altura do "campeonato"? Aquelas teias de aranha que eu postei aqui...


Agora lembrei-me da minha mãe que tinha pavor de cortar os tecidos para me fazer a roupa. Ela era uma expert na costura, mas tinha pavor de cortar e então incentivei-a a ir tirar um Curso de Corte e ela foi.


Depois, quando cortava, eu perguntava-lhe:

- Então mãe, agora já não há medos, já está segura...
- Ai filha... segura? Ainda ando a "aranhar", respondia ela com ar infeliz.


Agora percebo... também ando a aranhar neste 1º bordado Hardanger.




E na sequência da postagem anterior, a aboborinha... fotógrafa inconsciente:





Descalcei-me por causa dos saltos...mas se alguém me desse um encontrãozinho, lá ia a aboborinha ao banho.

Beijinhos da "aranhinha madura"

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Hoje vou até Aveiro... quem quer ir comigo?



Olá amigas


Começo esta postagem com uma foto de um moliceiro, na Ria de Aveiro:



E o que é um moliceiro?


Moliceiro é o nome dado aos barcos que circulam na Ria de Aveiro, originalmente para a apanha do moliço, mas actualmente mais usados para fins turísticos. É um dos "ex-libris" de Aveiro, em conjunto com os Ovos Moles e a Universidade de Aveiro. De entre os barcos típicos da região, o moliceiro é considerado o mais elegante; apesar da decoração colorida e humorística, é um barco de trabalho, construído em madeira de pinheiro.


Já vos mostro mais fotos dos moliceiros, mas vou dar-vos a sequência do passeio que fiz por Aveiro, em Maio do ano passado.


Coloco esta foto, tirada ao pé duma estátua em homenagem ao moliceiro, mas se olharem para o fundo, (atás do candeeiro) está um complexo comercial e a nossa visita começou por aí.


O tal espaço comercial, com um passeio central, tendo dos lados várias lojas: Zara, Mango, Quebramar, etc., mas o passeio central tem vários quiosques, como o que segue e está muito bem decorado, com banquinhos e enormes vasos de flores (desculpem mas não posso pôr aqui tudo...)


Apeteceu-me comprar um vasinho de cada:


Também andámos pela parte mais antiga, como se vê pelo tipo de edifício e pela calçada portuguesa, verdadeiro trabalho artesanal....



Foi chegando a hora de almoçar, mas como não podia deixar de ser fui tirando fotos... a um edifício, cujos habitantes, fazem das suas varandas verdadeiros jardins:

A esta, pelo seu colorido...
A continuação da Ria, com uma ponte, penso que recente, a julgar pelo design moderno e os tipos de barcos... aqui bem diferentes:




Depois, a fominha foi chegando e comemos um prato típico de Aveiro: caldeirada de enguias



Estava tão boa...

A rapariguinha que nos estava a servir, perguntava frequentemente, se estávamos a gostar e eu disse-lhe para dar os parabéns à conzinheira, pois estava divinal... e não é que segundos depois a cozinheira veio à nossa mesa agradecer-nos?
Foi tão simpática, ainda me disse que erva aromática tinha usado na caldeirada.

O almoço foi super agradável: o meu marido estava todo contente com a surpresa que lhe tinha feito... e passo a contar:

A ideia do passeio a Aveiro foi minha. O meu marido tinha feito lá tropa e há imensos anos que não ia a Aveiro... eu também não ia lá desde os 14 anos.


Assim, na véspera do aniversário dele, disse-lhe:

- Amanhã levantamo-nos cedo, OK? (estávamos na casota de Tomar)

- Que horror, nem no meu dia de anos posso dormir até tarde?

- Amanhã é o teu dia e, se te levantares cedo, rende mais... vê o lado positivo.

- Pois, pois, isso traz "água no bico".


No dia seguinte quando já estávamos preparados para sair disse-lhe:

- A surpresa, é eu fazer de co-piloto e vais para onde te mandar.

- Ai, ai, ai... não sei se estou preparado...


Claro que a meio do auto-estrada apercebeu-se e perguntou: é a Aveiro que queres ir?

- Oh, bolas... sou mesmo transparente e lá seguimos ambos contentes.



É bom recordar estas pequenas histórias da nossa vida...


Depois do almoço, fomos andar pela Ria...


Desta ponte sobre a ria temos uma vista muito agradável...






Fomos observando os moliceiros em pormenor, com as suas pinturas coloridas:



Até por dentro são pintados:





Estas fotos são do mesmo barco: a proa e a ré com as pinturas alusivas ao mesmo tema:



Um moliceiro, loiraço, trabalhando...
Será que ia ao moliço?

Moliço é o nome dado às plantas aquáticas que são colhidas para serem usadas na agricultura.
A designação de moliço é geralmente usada para as plantas vasculares que crescem submersas em água salgada.


A tarde passou rápido, mas não podíamos ir embora sem comprar uma barriquinha de ovos moles:



Um pormenor do interior:



Ovos Moles é um doce típico da cidade de Aveiro. Doce Regional, tradicional da pastelaria aveirense, cuja fórmula e método de produção original se deve às freiras dos vários conventos aqui existentes até ao século XIX - dominicanas, franciscanas a carmelitas. Extintos os conventos, o fabrico dos ovos moles manteve-se, graças a senhoras educadas pelas referidas freiras. Desde o início da linha de caminho de ferro Porto-Lisboa que é tradicional a sua venda na paragem dos comboios da estação de Aveiro, feita por mulheres usando trajes regionais.
A massa do doce de ovos usada, embora consistente, é muito cremosa e obtida exclusivamente através de açúcar em ponto e gemas de ovos muito frescos, na sua confecção, não deve ser mexida em círculo (para não ficar estriada), mas aproximando e afastando a colher do operador. Às gemas de ovos, depois de cuidadosamente separadas das claras e misturadas, junta-se cerca de metade do peso de açúcar em ponto, de «estrada» a «bola rija», já frio. Mexendo sempre para o mesmo lado com a colher de pau, evitando os círculos, leva-se ao lume até se ver o fundo da caçarola de cobre.

Esta nformação sobre os ovos moles foi retirada da net.




Continuando as facetas da Aboborinha, aqui está a Aboborinha... e a rebarbadora.
Beijinhos, em especial para Aveiro.





segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

O meu 1º trabalho em Hardanger e...

Bom dia amigas

Além do monte de cruzinhas em que estou metida, e depois de ver nas minhas andanças pela net trabalhos em Hardanger, fiquei apaixonada por esta técnica e inscrevi-me neste SAL de Les Partages de Ticoeur .

Quando comecei, ao contrário dos outros SAL's em que participo, desconhecia o resultado final deste trabalho.

Agora, vendo já trabalhos acabados, tenho medo de não conseguir cumprir o objectivo total.

Esta foto mostra a 4ª Etapa do trabalho e tendo em conta que começou na etapa "0", já cá estão 5.

Estou a adorar, mas, pelo menos para mim, esta técnica é bem difícil e exige muita concentração, o que para mim é bem difícil, especialmente aos serões.

Trata-se dum bordado, mas se fosse a construção de uma casa, diria que a tinha começado pelo telhado...

Acho que me meti num grande "alhada". Vamos ver até onde aguento...

Cumprindo o Desafio a que me propus aqui está...


A aboborinha teimosa:
Pois, bem queria levar o cão a dar uma volta, mas ele conseguiu ser mais teimoso que eu e não saiu do sítio...

Pois... tenho de admitir... a este não consegui dar a volta.

Beijinhos e não estejam tristes por ainda ser 2ª feira.